| Despedida (1975) | | Imprimir | |
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DESPEDIDA É na hora da partida que os sinos da despedida replicam. A despedida onde as tristezas, as alegrias, e as recordações vêm à proa. É no momento da despedida que a ti, Luanda, me dirijo. É na hora da partida, que todas as recordações a mim ressurgem. As belas recordações do passado, os momentos difíceis, alegres ou tristes d’outrora. É no momento da despedida que para ti, Luanda me viro. No avião que descola, neste belo raiar de aurora, o meu abraço de despedida. A cidade que lá longe se esfuma, para uma savana, que meus olhos deslumbra eu me despeço. Sim, Luanda, é de ti que me despeço. Para sempre, só o destino determinará. Porém, eu o Homem, digo: TAL NÃO ACONTECERÁ !! Lobitino Almeida N'gola Luanda, 18-Maio-1975 |
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