| Poema de um homem só (1989) | | Imprimir | |
|
Poema de um homem só Alma pura, bela e cristalina, maldita lava incandescente; és ofuscante e radiosa. Porém, róis-me, no todo, profundamente. Fronte de loiro coroada, és amora silvestre. Rosto sereno, angélico, inteligente, irritadiço. Desprezas, feres, odeias ou amas? O que emanas nesse teu vaguear constante ondolante, sem dó. És, certamente, o meu fruto proibido, o fruto vedado a um Homem só! Lobitino Almeida N’gola Lisboa, 23.05.1989 |
| < Anterior | Próximo > |
|---|






