| A minha Árvore de Natal (2010) (2014/5) | | Imprimir | |
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A minha Árvore de Natal por: Lobitino Almeida N'gola©
Frondente, arrogante, pançuda e baluarte copa larga, disforme seus frutos pendidos quais bolas natalícias assim é a minha árvore. Todos os anos frente um sol ardente é minha testemunha vê o meu presente. Todos os anos neste dia natalício o ritual é o mesmo abro o presente um livro, sempre um livro, e nas estirpes notáveis assento, debulho-o desfruo-o calma e tranquilamente. É a minha árvore de Natal larga, enorme, disforme me acolhe; múcua são os frutos quais ornatos natalícios pendurados invariavelmente acastanhados! É a minha árvore de Natal é o Imbondeiro! Lobitino Almeida N’gola* Dezembro 2010
*Este poema foi publicado no jornal de Cultura (Angola), edição 72, página 32, de 22 de Dezembro de 2014/4 de Janeiro de 2015. (http://pululu.blogspot.pt/2014/12/duas-prendas-de-natal.html).
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