Eugénio Costa Almeida

22 de Fevereiro de 2002, faz hoje 12 anos que, em Lucusse, província do Moxico, era morto, em combate, o primeiro líder e fundador da UNITA, Jonas Malheiro Savimbi.


Foi um político, guerrilheiro e um defensor da Liberdade e dos princípios do multipartidarismo em Angola.
Foi odiado, profundamente odiado principalmente pelos seus adversários políticos e militares, e amado por muitos Angolanos. Ainda hoje, como recorda e bem Carlos Lopes, muitos, que não o conheceram ou só ouviram falar dele, ouvem os seus discursos em cds/dvds e na internet; leem matéria e discursos dele em jornais, revista e no éter cibernauta.
12 anos depois um texto que escrevi, o ano passado, volta a estar oportunamente actual.
Nele apelava a sua Exa. o Senhor presidente da República, Engº. José Eduardo dos Santos, que permitisse libertar o corpo para que a família fizesse o seu funeral definitivo na sua zona de vida e junto dos seus ancestrais.
Seria, claro, um acto de magnanimidade presidencial que calaria fundo junto dos Angolanos.

Inicialmente publicado no blogue Pululu, com o título "22 de Fevereiro de 2002, há 12 anos" e posteriormente publicado no semanário Folha 8, em 22 de Fevereiro de 2014 (no site) e 28 de Fevereiro de 2014, impresso.

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